; (re)rb~

arte, tecnologia e resistência // ricardo brazileiro

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mais ou menos por aí..

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O Japonês Ujino Muneteru faz um trampo muito interessante…

eita noise!

muneteru08.jpg

um live dele em Tokyo

é mais ou menos por aí.

Escrito por rbrazileiro

Março 15, 2008 em 5:24 pm

Publicado em estúdioLivre

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corre

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opa!

tempos que não escrevo…

faz tempo que não paro para gastar aqui na internet…

nesse tempo off eu estava no semussum-olinda (vivencia de gravação com software livre) que está rolando no Coco de Umbigada. São quase 30 músicas finalizadas, muita percussão, muito groove… vivência massa…

Logo mais estaremos subindo as músicas para download e logo mais estaremos com um portal pro projeto, pra documentar melhor o trampo.

Aproveitando o papo de gravação, o toque da semana é o lancamento do Ardour 2.2, os comentários são os melhores… jah estou compilando aqui na minha máquina pra vê qual é…

segue a rima….

Escrito por rbrazileiro

Janeiro 24, 2008 em 11:57 pm

semussum….

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semussum é uma vivência artística entre músicos, artístas, hackers, pessoas afim de se encontrar e produzir som usando tecnologias livres. largue tudo o que você está fazendo, escolha sua distro e grave o seu forró, seu punk, seu afoxé, seu ragga, seu dub, seu carimbó, seu mangue, seu samba num sistema livre.

imagens do semussum em Lençóis-BA durante o Submidialogia 3

semussum - lençóis

estúdio-experiência com equipos e softwares livres

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editando ao vivo

semussum - lençóis

só as pedras!!

Escrito por rbrazileiro

Janeiro 7, 2008 em 8:43 pm

GEM

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Não, não é sobre a biblioteca do PD, mas tem a ver.

Escrito por rbrazileiro

Outubro 7, 2007 em 7:19 pm

Publicado em arte-tech, livre-open

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Disco do RadioHead: você decide o preço

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rh

Já se sabia desde há já algum tempo que o novo álbum dos Radiohead deveria ser lançado dentro em breve. A grande incógnita que persistia era saber como é que eles iriam publicar o disco, uma vez que o seu contrato com a EMI terminou em 2005.

Depois de alguns falsos boatos – entre os quais um sitewww.radioheadlp7.com – indicando supostamente quanto tempo faltava para a hora do lançamento, que depois veio a revelar-se ser um hoax -, ao final da noite de ontem começou a circular pela Rede um link para um outro site anunciando que o novo álbum, de nome In Rainbows, estaria disponível em formato de download digital já a partir de 10 de Outubro exclusivamente a partir daquele endereço. Para acabar com todas as dúvidas, Jonny Greenwood confirmou a informação no blog da banda. O preço? O fã é que decide quanto está disposto a pagar (para além de uns míseros 45 pences de libra – cerca de 65 cêntimos de euro – para despesas com o cartão de crédito). Mas os verdadeiros apaixonados pelos Radiohead poderão demonstrar a sua devoção à banda se esperarem até ao dia 3 de Dezembro para receberem em casa a versão física do disco em formato discbox que inclui o CD e um disco em vinil com as mesmas dez faixas do download digital, mais um segundo CD e vinil que inclui outras oito faixas adicionais. Tudo isto e mais fotografias, imagens adicionais e letras em troca de 40 libras – já com despesas de envio -, o que corresponde a cerca de 57 euros. Para além destes brindes todos, o pacote dá direito a descarregar a versão digital já a 10 de Outubro. Quem quiser pode já hoje fazer a pré-encomenda.

rh

Tendo em conta o arrojo da iniciativa, é pouco provável que os ficheiros contenham qualquer tipo de restrições tecnológicas como DRM ou marca de água digital, uma vez que tal seria contraproducente com a mensagem “No really. It’s up to you” deixada pela banda em jeito de brincadeira no site. É só pena que o sistema de comércio electrónico desenvolvido pela Waste Products Ltd não seja tão eficiente como o do iTunes e da Amazon, como se pode ler pelo exemplo de Glenn Peoples no Coolfer. Para além da navegação ser bastante lenta, todo o processo de realização da encomenda é moroso, complicado e gera alguns erros.

Com esta jogada, os Radiohead revelam mais uma vez entenderem completamente as tendências não só as tendências da cultura musical urbana mas também do negócio da música e das transformações que a tecnologia tem provocado nos últimos anos neste sector. É certo que nem todas as bandas possuem uma comunidade de fãs tão vasta e zelosa como o grupo britânico de modo a compensar o dinheiro perdido devido à descida das vendas de CDs com os bilhetes dos concertos, mas esta decisão abre um precedente para toda uma série de superestrelas que poderão também elas compreender que já não dependem das grandes companhias discográficas para se manterem no cimo da onda.

veja mais no remixtures.com

Escrito por rbrazileiro

Outubro 3, 2007 em 11:05 am

Publicado em estúdioLivre

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